Último Brasil x Peru na Fonte Nova teve vaia e ovada em jogador

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da poker: O jogo Brasil x Peru desta terça-feira, válido pela quarta rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, não será o primeiro entre estes dois países em Salvador.Em 3 de julho de 1989 as duas seleções mediram forças para 38 mil pessoas na antiga Fonte Nova. O duelo foi válido pela Copa América daquele ano, na última vez que o Brasil sediou o torneio continental — e acabou sagrando-se campeão, findando um jejum de 40 anos sem o troféu continental.

A partida contra os peruanos terminou em 0 a 0. O técnico Dunga e o goleiro Taffarel, atual técnico e preparador de goleiro desta Seleção, respectivamente,
faziam parte daquele elenco, então treinado por Sebastião Lazzaroni.Apesar do empate, o que marcou mesmo aquele jogo foram dois fatos extracampo.

O primeiro foi uma ovada que o atacante Renato Gaúcho recebeu ao pisar no gramado do jogo. A Seleção enfrentava dias difíceis em Salvador. Tudo porque Lazaroni havia cortado o atacante Charles dias antes da competição. O atacante era o xodó da torcida do Bahia, campeão brasileiro um ano antes.Durante toda a partida o time brasileiro foi bastante vaiado, a exemplo o que já havia ocorrido na estreia, também na Fonte Nova, quando venceu a Venezuela e no empate sem gols contra Colômbia.

continua após a publicidadeRelacionadasSantosGabigol ‘renasce’ em projeto olímpico e fecha ano como goleador da SeleçãoSantos16/11/2015InternacionalExame confirma lesão e Valdívia pode perder até a Olimpíada de 2016Internacional16/11/2015Futebol NacionalBLOG: E se a Seleção olímpica jogasse contra a Seleção principal?Futebol Nacional16/11/2015

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O clima de hostilidade era tão forte entre baianos e jogadores da Seleção que a CBF resolveu trocar a sede do último jogo, contra o Paraguai, ainda na fase de grupos, para Recife.

Outro fato curioso que chamou a atenção para o aquele Brasil e Peru foi uma imagem marcante captada pelas lentes do fotógrafo Sérgio Sade.Na época, o placar eletrônico da Fonte Nova exibia uma campanha preventiva de combate a febre amarela e malária (ambas transmitidas por mosquito). O slogan fazia um trocadilho entre o ato de contrair a doença e a forma como ela é transmitida: “É o fim da picada”, dizia.

Sade, então, captou o momento exato que o placar sincronizada o resultado da partida (0 a 0) e o slogan sanitarista. A foto fez sucesso funcionando como um retrato do momento de crise daquela seleção.

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